Meu coração pulsa
em forma de poesia,
(de poesia em forma).
Às vezes, quando me expulsa,
Não sei se escrevo para Maria,
ou se, de Maria, passo à Norma.
Sei que é pequeno,
o espaço
que meu peito reforma.
Não sei se me torno pequeno,
nem sei se grande me faço.
Sê-de, meu peito, sereno,
pra coisa que me transforma.
Aos poucos eu só queria,
por vezes, ao meu lado Maria,
e outras, me deitar,
nos braços quentes de Norma
tioed (década de 80)
Nenhum comentário:
Postar um comentário